Sua recepcionista já pergunta pro ChatGPT. Depois pergunta pra você.
É pra dono e gestor de clínica que entendeu que a IA veio pra ficar — e ainda não tem nada dela rodando. Você não precisa saber programar nem ter feito isso antes: você abre o notebook e a gente monta junto, passo a passo, com o time da Verty do lado. Até ele responder no seu WhatsApp. E você sai com o plano do que vem depois dele.Sem programar, sem nunca ter feito: você abre o notebook e a gente monta junto — até ele responder no seu WhatsApp.
Confirmação de consulta. Retorno de orçamento. Cobrança atrasada. Uma pergunta da recepção que só você sabe responder. Você já tentou tirar alguma dessas da sua mão com IA — e ela voltou.
Não voltou porque faltou a você. Voltou porque ferramenta solta não sabe nada sobre a sua clínica. O ChatGPT responde bem, mas responde no vazio: não sabe como você confirma, o que você cobra, quem faz o quê. Então a resposta fica na aba de quem perguntou, e a clínica segue igual.
Um funcionário digital é outra coisa. Antes de fazer qualquer tarefa, ele aprende como a sua clínica trabalha — o que você mesmo vai ensinar a ele, no dia, no seu vocabulário. Depois disso, ele não acha. Ele faz do seu jeito.
Sócio ou gestora podem vir juntos: cada um com a própria vaga e o próprio notebook.
Você entende por que a clínica montada antes da IA não aguenta ela solta por dentro. Vê os três tipos de gente que usa IA hoje — e descobre em qual você está e o que separa você do próximo.
Coloca os seus números na Calculadora de Lucro Oculto e vê quanto a operação atual custa em você.
E sai da manhã com uma decisão: qual é a primeira coisa que sai da sua mão — a que o seu funcionário digital vai fazer.
Você abre o notebook. Passo a passo, com o time da Verty do lado, você:
instala o seu funcionário digital do zero;
ensina a ele como a sua clínica trabalha — no seu vocabulário, você digitando;
dá a ele a primeira tarefa: um diagnóstico da sua clínica;
recebe o diagnóstico no seu WhatsApp, no seu número, antes de ir embora;
escreve, em uma página, o plano do que vem depois: qual funcionário digital é o próximo, e o que precisa estar pronto pra ele.
Abrir um programa no seu notebook e responder perguntas sobre a sua clínica — em português, do jeito que você fala. Como você confirma consulta. O que você cobra e quando. Quem faz o quê. Você digita, ele aprende.
Depois, você dá a ele a primeira tarefa e manda ele te responder no WhatsApp. Ele responde. Você mostra pro vizinho de mesa. O vizinho mostra o dele.
Se travar — e alguém sempre trava — tem gente do time da Verty a dois passos. Ninguém escreve uma linha de código. Ninguém fica pra trás: a sala tem trinta pessoas por isso.
Uma semana depois, um encontro online com a turma: quem travou em casa, destrava; o que rodou, evolui.
O funcionário digital da clínica do fundador entregando os dados da manhã no WhatsApp. Sem edição: a tela como ela é.
Toda manhã, antes de a clínica abrir, esse funcionário digital manda pro Amaro o que aconteceu ontem e o que precisa de atenção hoje. Ninguém pergunta. Ele já sabe — porque aprendeu como a clínica trabalha.
O que você monta no dia 03 é o primeiro passo disso — o seu, na sua clínica, respondendo no seu WhatsApp antes de você ir embora.
Diagnóstico pronto. Li o que você me ensinou sobre a rotina.
Hoje, três coisas só acontecem se passarem por você: confirmar consulta, responder orçamento e cobrar quem atrasou. As três têm regra — você me contou qual é — e as três têm dado no sistema.
A primeira que dá pra tirar da sua mão é confirmar consulta: a regra é clara, o dado está na agenda, e a recepção só precisa saber que agora sou eu quem manda. Quer que eu monte essa rotina agora?
Exemplo. O seu vai falar da sua clínica — porque foi você quem ensinou.
Amaro França, fundador da Verty Health, conduz o dia — do plano da manhã ao seu funcionário digital respondendo no WhatsApp.
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A Verty Health monta, clínica por clínica, a operação em que funcionários digitais trabalham junto com a equipe — e o dono volta a ser dono. O que você faz no dia 03 é o primeiro passo do que a Verty faz todo dia.
Vai. Ninguém programa. Você responde perguntas sobre a sua clínica, em português, e ele aprende. A parte de instalar é feita passo a passo, com alguém do time do lado.
Porque da outra vez era ferramenta solta — ela não sabia nada da sua clínica, então a resposta ficava na aba de quem perguntou. Aqui você ensina primeiro, e ele faz depois. É outra coisa, não outra tentativa.
Notebook com carregador, celular com WhatsApp, e login do seu sistema de gestão à mão. Antes do dia você recebe uma lista curta — nada pra instalar sozinho.
Pode, e rende: quem toca a operação junto sai com o mesmo plano na cabeça. Cada um com a própria vaga e o próprio notebook.
É sábado. E se um sábado fora trava a clínica, ela depende de você mais do que devia — é exatamente isso que o seu primeiro funcionário digital começa a resolver.
O funcionário digital é seu e continua funcionando. Uma semana depois, encontro online com a turma: quem travou, destrava; o que rodou, evolui.
Você chega com a sua clínica dependendo de você pra tudo. Sai com a primeira coisa fora da sua mão — feita por um funcionário digital que você mesmo montou, respondendo no seu WhatsApp. E com o plano do que vem depois.
Seus dados são usados só para organizar sua inscrição e a comunicação deste workshop, como prevê a LGPD. Nada de lista fria — e a remoção acontece a qualquer pedido.
Da próxima vez que a sua recepcionista perguntar pro ChatGPT, ele vai responder do seu jeito.